A média de ingestão por pessoa subiu de 13 kg para 16 kg
O levantamento com foco nas tendências do comportamento do brasileiro e o consumo da carne suína no país, intitulado “Carne suína: atual visão do consumidor”, foi divulgado em setembro pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), em parceria com o Sebrae e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS), identificou que o brasileiro passou a consumir mais carne suína neste ano.
Em entrevista concedida ao programa CBN Recife, a criadora de suínos e presidente da Associação de Criadores de Suínos em Pernambuco, Elza Souza, destacou que em janeiro, o quilo do porco estava na cerca de R$ 3,50 a R$ 3,80, mas atualmente está chegando a R$ 6,0. “Nesses últimos anos, o brasileiro descobriu o valor da carne suína, né? é uma carne saudável e tá bombando, o mercado vendeu muito, além do consumo externo que aumentou, passou de 13 kg para 16 kg a média por pessoa, ainda é um pouquinho abaixo da média de alguns países da europa, que tem na faixa de 35 quilos por habitante, mas é um resultado muito positivo”, comemora Elza.
Confira a entrevista completa com Elza Souza no play acima.
Notícias Relacionadas
- Por REDAÇÃO
- 22/12/2025
Entenda o corte de incentivos fiscais aprovado pelo Congresso
Projeto também aumenta tributos sobre bets e fintechs
- Por REDAÇÃO
- 22/12/2025
Banco Mundial: Nordeste é fundamental para progresso do país
Relatório aponta região com 80% da população em idade ativa
- Por REDAÇÃO
- 22/12/2025
Reforma tributária: veja o que muda com o projeto aprovado pela Câmara
Texto regulamenta Comitê Gestor do IBS e setores da economia
- Por REDAÇÃO
- 19/12/2025
Cerca de 95,3 milhões de pessoas recebem 2ª parcela do décimo terceiro
Segundo Dieese, salário extra injetará R$ 369,4 bilhões na economia
- Por REDAÇÃO
- 19/12/2025
Governo endurece regras para fundos de pensão de servidores públicos
Medida vem após previdências locais aplicarem recursos em Banco Master
- Por REDAÇÃO
- 19/12/2025
CMN amplia socorro a produtores afetados pelo clima
Órgão reajustou os preços mínimos para agricultura familiar